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Preocupação com a saúde e meio ambiente em todas as esferas

23/03/2026

O clima na Câmara Municipal do Recife já começou pegando fogo nesta terça feira (3). Um vídeo que circulou nas redes mostra manifestantes gritando “João Campos, ladrão, seu lugar é na prisão” nos arredores da Casa José Mariano, sede do Legislativo, poucas horas antes da sessão que analisou o pedido de impeachment contra o prefeito João Campos (PSB).

A sessão extraordinária discutiu a admissibilidade de uma denúncia protocolada pelo vereador Eduardo Moura (Novo), baseada no caso envolvendo a nomeação de Lucas Vieira da Silva para o cargo de procurador do município em uma vaga destinada a pessoas com deficiência. Segundo a denúncia, ele havia ficado em colocação distante no concurso de 2022 e teria conseguido ser reclassificado como PCD após apresentar um laudo de Transtorno do Espectro Autista anos depois, o que, na avaliação do autor do pedido, contrariaria as regras do edital e teria permitido “furar a fila”.

O episódio ganhou repercussão também pelo perfil familiar do nomeado, filho de uma procuradora do TCE PE e de um juiz que atua em casos ligados à administração pública, o que ampliou a pressão política e a cobrança por apuração. Diante da repercussão e das críticas, a Prefeitura do Recife anulou a nomeação no fim de dezembro.

Apesar do protesto e do clima de tensão, o pedido de impeachment não avançou. A Câmara rejeitou a abertura do processo e arquivou a denúncia ainda na fase inicial, encerrando o caso no Legislativo. Mesmo com o desfecho, a sessão evidenciou o desgaste político do episódio e deve manter o tema em debate nos próximos dias. 04/02/2026

O clima na Câmara Municipal do Recife já começou pegando fogo nesta terça feira (3). Um vídeo que circulou nas redes mostra manifestantes gritando “João Campos, ladrão, seu lugar é na prisão” nos arredores da Casa José Mariano, sede do Legislativo, poucas horas antes da sessão que analisou o pedido de impeachment contra o prefeito João Campos (PSB). A sessão extraordinária discutiu a admissibilidade de uma denúncia protocolada pelo vereador Eduardo Moura (Novo), baseada no caso envolvendo a nomeação de Lucas Vieira da Silva para o cargo de procurador do município em uma vaga destinada a pessoas com deficiência. Segundo a denúncia, ele havia ficado em colocação distante no concurso de 2022 e teria conseguido ser reclassificado como PCD após apresentar um laudo de Transtorno do Espectro Autista anos depois, o que, na avaliação do autor do pedido, contrariaria as regras do edital e teria permitido “furar a fila”. O episódio ganhou repercussão também pelo perfil familiar do nomeado, filho de uma procuradora do TCE PE e de um juiz que atua em casos ligados à administração pública, o que ampliou a pressão política e a cobrança por apuração. Diante da repercussão e das críticas, a Prefeitura do Recife anulou a nomeação no fim de dezembro. Apesar do protesto e do clima de tensão, o pedido de impeachment não avançou. A Câmara rejeitou a abertura do processo e arquivou a denúncia ainda na fase inicial, encerrando o caso no Legislativo. Mesmo com o desfecho, a sessão evidenciou o desgaste político do episódio e deve manter o tema em debate nos próximos dias.

02/02/2026

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